Notícia

José Pedro Croft na Bienal de Veneza 2017

Do Porto para o mundo, de Lisboa para Veneza - o escultor José Pedro Croft foi o artista escolhido para representar Portugal na 57ª Exposição Internacional de Arte - A Bienal de Veneza de 2017.

Nomeado por João Pinharanda, curador e comissário da representação portuguesa, Croft conquista desde 76 a atenção da mais alta crítica. Começou em Belas-Artes, venceu o Prémio Tabaqueira de Arte Pública e em 2001 o Prémio EDP - Desenho. Os seus trabalhos, constantes de um percurso recheado e sem desvios, estão representado em Portugal nas coleções do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação EDP, da Fundação de Serralves e do Museu Berardo.
Expõe, hoje, individualmente e com regularidade pelo mundo inteiro. Mas faltava Veneza.

Aqui, apresentará um conjunto de esculturas monumentais, num esapço público em proximidade com o complexo de habitações sociais do arquiteto Álvaro Siza Vieira, e sob o tema VIVA ARTE VIVA.
Estabelecendo um diálogo rítmico com as construções de Álvaro Siza, o projeto de José Pedro Croft aponta para soluções de desconstrução do plano e da ortogonalidade. Molduras monumentais em aço, dispersas no espaço público, sustentam planos de vidro colorido ou de espelho. Esses planos, inseridos em ângulos sempre diversos vão permitir a interação de cada peça entre si, com o meio onde serão instaladas e com os percursos dos visitantes. 

A Fundação EDP, tal como nos anos anteriores, é mecenas da representação de Portugal em 2017.