Cultura | Missão

Contemporaneidade artística

O apoio ativo à Cultura assume-se como uma das missões fundamentais da Fundação EDP. Queremos contribuir para um país melhor preparado e apto a responder aos desafios do século XXI e para uma sociedade mais criativa, culta e cosmopolita. Por isso, fazemos da excelência cultural e da contemporaneidade artística marcas da nossa identidade e afirmação institucionais.

Estruturando-se em duas em duas grandes áreas de intervenção - produção própria e mecenato - , que no entanto se potenciam e interagem, esta ação privilegia projetos originais, a valorização estratégica das parcerias, tanto com instituições nacionais como internacionais, a consolidação das políticas de revelação de artistas emergentes e a consolidação de artistas historicamente revelantes, a qualificação dos recursos e a descentralização cultural e artística.

Com critérios exigentes, escolhas transparentes e avaliações rigorosas, promovemos a qualidade, originalidade, risco, ousadia e inovação. Da criação contemporânea ao património e à memória histórica, das artes visuais às performativas, da literatura ao pensamento crítico, da interdisciplinaridade das artes à sua relação com a ciência, tecnologia e ambiente, desenvolvemos uma ampla atividade de produção própria e de cooperação mecenática. A Fundação EDP é hoje reconhecidamente um dos principais mecenas das artes em Portugal.

As exposições que produzimos e apoiamos, os novos talentos que revelamos e ajudamos a internacionalizar, os prestigiados prémios que atribuímos, as publicações que promovemos e as parcerias que estabelecemos constituem um valioso património que nos responsabiliza. Desde 2004, a Fundação EDP já produziu e apoiou mais de 200 exposições e quase uma centena de projetos nas áreas das artes plásticas, dança, música, arquitetura, educação artística, edição e documentários.

 

O MAAT

Tendo como palco privilegiado um campus de 38 mil m2 à Beira Tejo, a Fundação EDP apresenta, em 2016, o MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia: um projeto de ambição internacional que unifica o edíficio centenário da Central Tejo e o novo museu, desenhado pela arquiteta inglesa Amanda Levete.

Este projeto resulta daquela que é uma visão muito singular e contemporânea da Fundação EDP: o cruzamento das diversas áreas de atividade, enriquecendo-as e reforçando o seu impacto. A abertura de um novo museu traduz também a ambição de apresentar em Portugal exposições internacionais, de refletir sobre grandes temas e tendências contemporâneas, de dar destaque ao trabalho de artistas portugueses contemporâneos e de apresentar diversos olhares curatoriais sobre a Coleção de Arte da Fundação EDP, composta por mais de um milhar de obras e cerca de 250 artistas portugueses representados.