Cultura | Coleção de Arte Fundação EDP

Mais de 1000 obras, mais de 225 artistas

A criação da Coleção de Arte Fundação EDP constituiu, desde o início, uma aposta num investimento cultural que hoje reflete e acompanha diretamente a ação plural da Fundação EDP no campo das artes.

Iniciada em 2000, a Coleção de Arte Fundação EDP está a par com o movimento internacional de constituição de grandes coleções corporativas e segue quatro linhas estratégicas:

  • A aquisição de obras de artistas ainda não representados e cuja relevância no panorama contemporâneo, nacional e internacional, torna indispensável a sua integração na Coleção;
  • Reforçar e consolidar os núcleos existentes;
  • Integrara obras de artistas selecionados na programação dos espaços de Lisboa e Porto;
  • Incorporar obras de artistas premiados ou selecionados do prémios atribuídos pela Fundação EDP.

A seleção das obras que constituem a Coleção de Arte foi sendo feita, abrangendo várias gerações, áreas e disciplinas da criação artística.
Estabeleceu-se o seu início cronológico de referência na década de 60, por esta ser uma época que corresponde a um período muito importante de ruturas artísticas, alguns deles com intervenientes ainda hoje ativos, e por possuir ainda o simbolismo de ter sido nela que foi criada a Companhia Portuguesa de Electricidade (CPE), empresa antecessora da atual EDP.

Nesta linha cronológica, foram escolhidas obras com relevância histórica na arte contemporânea portuguesa, de artistas reconhecidos como Ana Vieira, Lourdes de Castro, Noronha da Costa, Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro, Jorge Martins, entre outros.

A coleção tem sido aumentada e enriquecida, sempre orientada pelos seus princípios fundadores, mas abrindo-se também à produção mais contemporânea, através da estreita articulação com as atividades culturais desenvolvidas pela Fundação. Assim, nas mais de 1000 obras e 225 nomes que integram a Coleção de Arte Fundação EDP, estão artistas portugueses de reconhecido perfil histórico, ao lado de nomes emergentes em processo de afirmação e internacionalização.

Obras visíveis: Ana Vieira e Eduardo Gageiro